quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Estou maravilhada: ontem, ouvindo um podcast, descobri que existe um hospital planetário no RS, onde fazem cirurgias espaciais, ou seja, ocorrem puramente por canalização vibracional de alienígenas e elementais.

O fundador do instito diz que uma nave espacial, no caso a nave mãe e é visível apenas para quem consegue ver. :oP

Eu acredito em extraterrestre, mas não acreditei nesse paranauê aí.

De qualquer forma, respeito. E quem sabe, ainda não vou lá conferir de perto e tirar minhas próprias conclusões, né não?

Eu fico pensando se as pessoas já nasceram burras ou se a internet as emburreceu, porque não é possível.

Ontem, vi um vídeo no Instagram de um cara dentro do box do banheiro, dizendo para jogar sal grosso no chão e pisar por uns 10 minutos, quando for tomar banho. Que o sal ajuda a purificar, que temos 7364783647378438833 terminações nervosas nos pés, que o sal isso, que aquilo. Enfim, achei interessante, até porque, de vez em quando, eu faço escalda-pés e é realmente muito bom.

Abri os comentários por abrir, eu gosto de ler os comentários e me irritar na minha casa... rs. E para minha surpresa, tinha uma mooooooonte de comentários pedindo a RECEITA!!!

RECEITA, GENTE!!!

O cara foi muito claro: pega um punhado de sal grosso, joga no chão e pisa em cima por uns dez minutos!!!

Aí lá, a mulherada acéfala: RECEITA. RECEITA. RECEITA... na boa, acho que tinham uns 500 comentários assim.

Maldita inclusão digital.

Na quinta-feira passada, quase fui de arrasta, literalmente.

Tarra no busão, chegando no meu ponto; tinha uma moça e uma senhora na minha frente, para descer e atrás de mim, a filha da senhora.

A moça desceu, a senhora desceu devagar, com dificuldade, e eu estava logo atrás. Quando eu já estava metade pra fora, o cara fechou a porta. Consegui descer, mas minha sacola jeans ficou presa na porta. Eu estava segurando as alças, tentei puxar só que ele saiu andando e me arrastando. Soltei a sacola, mas caí.

A moça que estava bem atrás de mim, ainda estava nos degraus da escada; começou a gritar para o motorista parar, que ele tinha me derrubado.

Duas mulheres me ajudaram a levantar, uma delas, era a senhora que estava na minha frente. Levantei e comecei a esmurrar a lataria do ônibus, puta da vida.

O motorista desceu, apavorado. Ele ficou pedindo perdão... foi muito educado. Acabei ficando com dó. Mas comi o rabo dele. Falei: vocês têm que ter paciência; tem gente que tem dificuldade pra descer, acaba demorando um pouco mais. Mas a pressa em sair correndo deixa vocês cegos.

Aí, falei: outro dia, fui entrar no ônibus, o arrombado fechou a porta em mim, ainda ficou bravo porque eu gritei, mas se não tivesse gritado, ele teria me machucado.

O motorista só pedia perdão, queria saber se eu estava machucada, se queria ir para o hospital

No fim, ele foi tão educado que acabei ficando com pena; falei que não ia fazer reclamação dele (ele estava apavorado), mas que era para prestar mais atenção.

Mas, do outro motorista que foi grosseiro, eu reclamei no portal da prefeitura. ^^

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Ontem, foi a missa da Clau, mas eu não fui; impossível chegar na Vila Formosa às 19:30h, saindo da BF às 18h; sem chance.

Acabei indo na academia e descobri que mandaram a professora de hidro embora, porque ela ficou doente durante o tempo da experiência e levou atestados.

Gente, como assim? A pessoa tem que trabalhar doente?

Não sei como era o contrato dela com a academia, mas dependendo, acho que daria um processinho, né não?

Na semana passada, por conta do falecimento da Clau, acabei falando com algumas pessoas que há muito tempo não falava. Elas viram minha postagem no IG e quiseram saber o que tinha acontecido.

E entre essas pessoas, J. mandou mensagem. J. era uma doidinha que trabalhou aqui, que contava coisas absurdas.

J. disse que tomou jeito, que está casada, é mãe de um menino de 11 anos e virou enfermeira. Fiquei bem contente por ela; J. era doidinha, mas sempre foi muito querida e carinhosa com todos.

Hoje está um caos. SP é assim: choveu, tudo para.

De manhã, o busão demorou 20 minutos para passar e quando veio, não tinha como entrar. Tive que pegar um outro ônibus para descer num local onde eu tenho mais opções de transporte para o metrô.

Bem, eu estava irritadíssima com a demora do busão, quando chegou um cara perguntando se ali passava algum ônibus para o metrô Belém. Respondi que não, que ali só passava para o metrô Carrão e metrô Tatuapé. Expliquei que ônibus para o metrô Belém teria apenas em frente ao shopping Anália Franco, que fica no sentido contrário ao que nós estávamos. Ou então, ele podia pegar qualquer um dos dois ônibus para as estações e pegar o metrô.

Mas, ele não aceitou.

- Ali mais pra frente não passa nenhum pro metrô Belém?

- Não, moço. Como te falei: ônibus para o metrô Belém, só em frente ao shopping.

- Nossa, mas será isso mesmo?

Ele estava conseguindo me deixar mais irritada do que eu já estava.

Um rapaz que também estava no ponto, reafirmou tudo o que eu tinha falado.

- Ah, eu vou esperar aqui pra ver se não passa...

Explodi.

- EU NÃO SEI PORQUE A PESSOA PEDE INFORMAÇÃO SE NÃO ACEITA O QUE OS OUTROS FALAM!!!

Nisso, veio um ônibus para o metrô Carrão, que não serve para mim porque dá muita volta, mas peguei ele, mesmo assim, no intuito de ir até um outro ponto de ônibus com mais opções de transporte. Ele pegou o mesmo ônibus, desceu no mesmo ponto que eu e perguntou para as pessoas se ali passava ônibus para o metrô Belém. Responderam que somente em frente ao shopping, mas que era n sentido contrário.

Então, veio um outro busão para o metrô Carrão, com trajeto bem mais curto e eu peguei esse mesmo. O cara entrou também.

E ADIVINHEM? ELE PERGUNTOU AO MOTORISTA SE IA PARA O METRÔ BELÉM!!!!

O motorista na maior calma disse que não, que ele teria que ir até a estação e pegar o metrô ou pegar algum ônibus na Radial. Explicou bem direitinho.

Eis que chega num cruzamento e o arrombado dispara para o motorista:

- Nessa rua aqui não passa nenhum para o Belém?

Desacreditei. E o motorista explicou de novo, na maior calma.

Já é a segunda vez que isso acontece: a pessa vem, pede informação e não aceita, fica duvidando, sabe? Então, se não confia em ningém, o intuito deve ser só o de encher o saco mesmo.