sábado, 6 de fevereiro de 2010
Comecei a tomar o floral de proteção.
Valeu, Lamps!
Joga ele na água!
Com vocês, o banner comemorativo(???).São Paulo será a primeira capital do país a lançar o carro-anfíbio.
Enquanto a calamidade assola a cidade, nosso prefeito maracujina pede calma. O_o
Tsc tsc tsc...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
2012
Todo mundo que acompanha o AQST sabe que eu tenho pânico de fim de mundo.Noné medo de morrer, é medo de todos morrerem e eu non. Enfim, apesar do pânico, sempre dou um jeitinho de assistir/ler algo sobre.
Ontem, uma música martelou na minha cabeça o dia todo: Nostradamus, do Eduardo Dusek. Véia é a mãe!
Bom, cheguei em casa e fui direto ligar o pc pra ouvir. Daí, binha irbã:
- Nossa!!! Não acredito.
- O que foi?
- Essa música... eu tava com ela na cabeça pouco antes de você chegar...
- Sério? E eu fiquei com ela na cabeça o dia todo.
Beleza.
Comecei a
E bem no finalzinho, na parte em que ele diz "me serve um café que o mundo acabou", acabou a energia.
Comecei a gritar, d-e-s-e-s-p-e-r-a-d-a, que a porra do mundo tava acabando mesmo, que Deus ia mostrar pra todos que quem manda nesse puleiro é Ele e que mané que 2012 o kct, ia acabar naquele momento e que non tinha sido coincidência o lance da música.
Mó breu em casa, eu não achava as cachorras, me deu até palpitação. E binha irbã gritando que eu tava louca.
Consegui chegar até o meu quarto e deitei, só esperando pelos barulhos e explosões, que felizmente, não aconteceram... he he.
Agora, tenho que agüentar a tiração de sarro, mas nem ligo, ó.
O mundo continua aí. \o/
Nostradamus
Eduardo Dusek
Naquela manhãEu acordei tarde, de bode
Com tudo que sei
Acendi uma vela
Abri a janela
E pasmei
Alguns edifícios explodiam
Pessoas corriam
Eu disse bom dia
E ignorei
Telefonei
Pr'um toque tenha qualquer
E não tinha
Ninguém respondeu
Eu disse: "Deus, Nostradamus
Forças do bem e da maldade
Vudoo, calamidade, juízo final
Então és tu?"
De repente na minha frente
A esquadria de alumínio caiu
Junto com vidro fumê
O que fazer? Tudo ruiu
Começou tudo a carcomer
Gritei, ninguém ouviu
E olha que eu ainda fiz psiu!
O sol foi pro além
Eu preciso de alguém
Vou até a cozinha
Encontro Carlota, a cozinheira, morta
Diante do meu pé, Zé
Eu falei, eu gritei, eu implorei:
"Levanta, me serve um café
Que o mundo acabou!"
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Então, binha irbã me aconselhou a botar o nome dela num pote com mel e tacar no freezer. Eu tinha esquecido dessa simpatia.
Fiz em 2007 com algumas pessoas. Deu tão certo, mas tão certo que elas desapareceram da minha vida.
O mel é pra amansar. E o gelado é pra manter a distância.
Bipo filha de uma grande corna mansa, fique aí no freezer, que é seu lugar.
Me mira, mas me erra.
Nunca pensei que a inveja pudesse causar desconforto ao invejado. Achei que só fazia mal pra criatura que sentisse.
Eu estava enganada.
Se antes eu desconfiava, hoje tive a certeza de que a Bipo do caráleo tem inveja de mim. Do quê, eu não sei, mas tem. E não pensem que é pretensão minha, porque o babado ficou tão evidente que muita gente veio me alertar.
Tou me sentindo incomodada e angustiada com isso. Ainda mais com essa pourra dessa urubu do cacete sentada atrás de mim (ainda non botei o adesivo no vidro porque ainda non deu tempo de ir comprar), olhando o dia inteiro pras minhas costas.
Podem me achar de supersticiosa, mas eu me incomodo com isso.
O bom é que ela sai de férias na próxima segunda e vou ficar livre do zoião dela durante 30 dias. Quando voltar, vai ter uma surpresinha com o adesivo básico no vidro. E com a quantidade de alho e sal grosso que vou botar na minha mesa.
Vampira do cu.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

- Credo!!! Ela tá parecendo um mangá!!!
[binha irbã ao ver Victoria Beckham, no American Idol]
[binha irbã ao ver Victoria Beckham, no American Idol]
E noné que está mesmo? O_o
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Sonhei que tinha morrido.
E que pra chegar no além, ia de barco.
Maggie me esperava, com um vestido de festa branco, toda contente. Me deu um baita abraço e me levou pra uma sala de paredes rosa.
Enquanto conversávamos, eu sentia um desconforto, porque queria perguntar da minha mãe, mas estava com vergonha.
Daí, perguntei.
E ela respondeu que minha mãe tinha reencarnado; que não precisava mais, só que ela quis, mesmo assim.
Eu falei: "- Ah, então ela agora deve ser a Sophia...".
Pensei na minha priminha Beatriz, mas falei Sophia sei lá eu o porquê.
Bem que a gente podia saber essas coisas, néam?




